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Bem, os dois artigos de que falei (um sobre as traduções de Moby Dick e outro sobre as quatro versões do filme Invasores de Corpos) estão na fase de “espera na gaveta”, ali ficarão provavelmente até agosto, quando darei uma nova inspecionada e tentarei enviar para algum lugar. O mais interessante até agora é algo desenvolvido no segundo artigo a respeito do conceito de fantasia ideológica. É uma definição que permite à crítica de ideologia elaborar sobre o objeto com seus próprios elementos.

Embora o Kappa não esteja avançando na reta final (o Ricardo arranjou um emprego que dificulta os encontros como fazíamos antes), tenho certeza que ele logo voltará a ser objeto dos nossos esforços e teremos o texto pronto. Afinal, não falta muito. Estará pronto a tempo de ser lançado com as outras coisas? Creio que não. Mas, de uma forma ou de outra, já estou esboçando a introdução, que está seguindo bem de perto a metodologia que usei nos artigos, e descobertas destes estão sendo aplicadas no estudo sobre o Kappa. Oh! Tudo se encaixa! E sempre sobra algo novo para vir a ser desdobrado futuramente.

Esse também parece ser o caminho para escrever sobre os Comunistas de Conselho, mas ainda há muito pesquisa a ser feita. Como o Maikon K sugeriu e encaminhou, há pessoas com embasamento de anos que podem contribuir. O problema por enquanto é recortar. Só o quinteto (Pannekoek, Musham, Landauer, Korsch e Ruhle) já rende coisa e mais coisa.

Quero chamar a atenção para uma notícia que saiu ontem na F. de S. Paulo. A chamada era: “Escola usa professor para promover produto”, e trata da maneira como o Dom Bosco e a rede COC mobilizam seus professores em estratégias de marketing. Tem um documentário norte-americano interessante chamado Consuming Kids que trata da maneira como as crianças nos Estados Unidos compõem um alvo publicitário – inclusive nas escolas. “Necessita estabelecer-se em toda parte, explorar em toda parte, criar vínculos em toda parte”…

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One Comment

  1. O Estudante como um outdoor.

    A prática não é de hoje. Lembro do zine Paper Sheet(acho q era esse nome), em seu número terminal, havia um breve texto falando como as empresas estavam fazendo anúncios nas escolas dos EUA. Outra prática são as empresas privadas e seus financiamentos de estudos científicos nas universidades, assim correndo grandes riscos da “ciência” atender as necessidades do mercado.
    Por aqui, Joinvas, já ocorreu anúncios em uniformes das escolas públicas, o argumento era de que o Estado não tinha condições de financiar os uniformes e empresários de bom coração estavam dispostos em contribuir com a sociedade.
    Nils, em relação aos seus artigos. vc já procurou a revista virtual espaço acadêmico ?
    ABraço


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